CRI ACHÉ CDI + 0,04%
CRI
ISENTO

Vencimento em 24/04/2031
CDI+0.05%
Gross UP
10,88%
Bruto a.a.
10,88%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 1.074,20
Selecione onde quer investir
Resgatar em
61 meses
Rendimento bruto
R$ 1.825,57
Rendimento líquido
R$ 1.825,57

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

Este CRI do Aché oferece uma rentabilidade atraente de CDI + 0,04%, com uma taxa nominal de 10.880337644863% ao ano, projetando um retorno equilibrado com potencial de superar o benchmark em 6.76% (barra 66%). O vencimento estendido em 2031-04-24 o posiciona como um investimento de longo prazo, ideal para investidores que buscam previsibilidade e diversificação em seus portfólios. A segurança é classificada como reduzida (barra 33%), sem cobertura do FGC, exigindo uma análise criteriosa do risco de crédito do emissor. É recomendado para perfis de investidor mais arrojados, que toleram um nível moderado de risco em troca de retornos potencialmente superiores.

CDI + | Taxa CDI+0.04% | Taxa c/ GrossUp CDI+0.05%
Investimento Mínimo R$ 1.074,20
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 24/04/2031 (61 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Itaú Corretora

CDI+0.04%
Ganho Total % 69,93% info
Taxa Líquida Anual 10,88% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,06% info
vs. CDI +6,76% info
vs. Poupança +17,99% info

Análise do Emissor

ACHE Laboratórios Farmacêuticos S.A.

CNPJ: 60.601.908/0001-66

Setor: Instituição Financeira

A ACHE, empresa emissora da CRI, atua no setor de [inserir setor de atuação da ACHE, se disponível]. Sua missão é [inserir missão da ACHE, se disponível]. Com um histórico de [inserir breve histórico da ACHE, se disponível], a ACHE demonstra [inserir pontos fortes da ACHE, se disponível]. O potencial da empresa reside em [inserir potencial da ACHE, se disponível], buscando sempre a solidez e a geração de valor para seus investidores e parceiros. A ACHE se destaca no mercado por [inserir diferenciais da ACHE, se disponível].

Análise de Risco

1. **Classificação**: Considerando a segurança reduzida, o risco de crédito da ACHE é classificado como Médio. 2. --Métricas Chave--: Para avaliar o risco da ACHE, que atua no setor de [inserir setor de atuação da ACHE, se disponível], é crucial analisar indicadores como a geração de caixa operacional, a relação dívida/EBITDA e a margem EBITDA. A análise desses indicadores permite avaliar a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros. 3. --Contexto Setorial--: O setor de [inserir setor de atuação da ACHE, se disponível] apresenta [inserir análise do setor da ACHE, se disponível]. Riscos específicos incluem [inserir riscos específicos do setor da ACHE, se disponível]. A posição competitiva da ACHE no setor é [inserir posição competitiva da ACHE, se disponível]. 4. --Garantias--: Este investimento não conta com a proteção do FGC. Outras garantias, se houver, devem ser analisadas cuidadosamente. 5. --Cenário Macro--: O cenário de Selic atual, em [inserir taxa Selic atual], impacta diretamente a rentabilidade do investimento, que é atrelado ao CDI. Em um cenário de alta da Selic, a rentabilidade tende a aumentar, enquanto em um cenário de queda, a rentabilidade pode diminuir. O investidor deve considerar o cenário econômico e suas projeções para tomar a decisão.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito classificado como Médio.
  • Ausência de proteção do FGC.
  • Sensibilidade às variações da taxa Selic.
  • Necessidade de análise da capacidade de pagamento da ACHE.
  • Risco setorial, dependendo do setor de atuação da ACHE.

Pontos Fortes

  • Potencial de rentabilidade acima do CDI.
  • Indexação ao CDI, que acompanha as variações do mercado.
  • Vencimento em 2030-12-17, ideal para estratégias de longo prazo.
  • Boa rentabilidade, com 18.19% acima do benchmark.
  • Distribuição pela Itaú Corretora, que oferece segurança e expertise.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é um título de renda fixa lastreado em fluxos de pagamentos de transações imobiliárias, como aluguéis ou vendas de imóveis. No caso do 'CRI ACHÉ CDI + 0,04%', o emissor é a empresa Aché Laboratórios Farmacêuticos, e o investimento é lastreado em recebíveis originados de suas atividades. A rentabilidade é atrelada ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário) acrescido de um prêmio de 0,04% ao ano. Ao investir, você está essencialmente emprestando dinheiro para a Aché, que se compromete a pagar o valor principal acrescido dos juros até a data de vencimento. Este tipo de CRI, embora lastreado por recebíveis, é emitido por uma empresa, o que o difere dos CRIs tradicionais lastreados em empreendimentos imobiliários específicos.

O vencimento do 'CRI ACHÉ CDI + 0,04%' está programado para 24 de abril de 2031. Ao atingir essa data, o investidor receberá de volta o valor principal investido, acrescido de toda a rentabilidade acumulada durante o período, de acordo com a variação do CDI e o spread de 0,04% ao ano. É importante notar que, por se tratar de um CRI, a liquidação financeira ocorrerá na data de vencimento, não havendo geralmente opções de resgate antecipado antes desta data, a menos que haja mercado secundário ativo e liquidez para a venda do título. Portanto, o investidor deve estar preparado para manter o capital alocado até o final do prazo.

O indexador 'CDI + 0,04%' significa que a rentabilidade do seu investimento será composta pela taxa do CDI, que é uma taxa de referência para o mercado interbancário e geralmente segue de perto a taxa Selic, mais um prêmio fixo de 0,04% ao ano. A taxa nominal anual especificada para este CRI é de 10.880337644863%. Essa taxa representa o retorno bruto esperado do investimento, considerando o CDI no momento da emissão ou projeção e o spread. A rentabilidade efetiva, no entanto, será variável ao longo do tempo, pois o CDI flutua de acordo com as decisões de política monetária do Banco Central. Essa combinação busca oferecer um retorno previsível com um ganho adicional sobre a referência básica.

A segurança deste investimento é classificada como 'Reduzida', indicada pela barra 33%. Isso se deve, principalmente, à ausência de cobertura pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assegura investimentos em até R$ 250.000 por CPF e por instituição financeira. Portanto, em caso de inadimplência do emissor (ACHÉ), o investidor não terá a proteção do FGC. As garantias específicas deste CRI dependerão da sua estrutura de securitização, que pode envolver cessão de recebíveis ou outras formas de lastro. É fundamental que o investidor analise detalhadamente a documentação do CRI para compreender as garantias reais ou fidejussórias disponíveis e avaliar o risco de crédito do emissor.

A rentabilidade de 6.76% acima do benchmark, com barra 66%, sugere que este CRI tem um potencial de desempenho significativamente superior a investimentos de referência como o próprio CDI puro ou títulos públicos atrelados à Selic, especialmente em cenários de juros mais baixos. O benchmark, neste contexto, provavelmente se refere a uma taxa de mercado ou a um índice de renda fixa. Essa diferença de performance é o que atrai investidores em busca de retornos mais expressivos. No entanto, é crucial lembrar que essa rentabilidade potencial vem acompanhada de um risco de crédito mais elevado, visto que o Aché não possui a mesma garantia de um título público federal, por exemplo, e a segurança é classificada como reduzida.

A comparação de segurança entre este CRI e ações da Aché depende da perspectiva. Em termos de risco de crédito, o CRI tem um risco associado à capacidade da Aché de honrar seus compromissos de dívida, enquanto ações representam participação no capital da empresa, com risco de mercado e de performance do negócio. Geralmente, um CRI, mesmo com segurança reduzida, pode oferecer um fluxo de pagamentos mais previsível do que a volatilidade de uma ação. No entanto, a ausência de FGC e a classificação de risco do CRI elevam o perigo de perda do capital investido caso o emissor enfrente dificuldades financeiras severas, algo que não se aplica da mesma forma a uma ação, onde a perda máxima é o valor investido.

A rentabilidade deste CRI é diretamente influenciada pela taxa Selic, pois o indexador principal é o CDI, que acompanha de perto a Selic. Em um cenário de taxa Selic alta, o valor do CDI aumenta, elevando a rentabilidade bruta do CRI. Isso pode ser vantajoso, pois o spread de 0,04% se soma a um CDI maior. Por outro lado, em um cenário de Selic baixa, o CDI também diminui, resultando em uma rentabilidade bruta menor. A atratividade do CRI em relação a outros investimentos muda com a Selic: em juros altos, o spread de 0,04% pode parecer pequeno, mas em juros baixos, o CDI mais o spread pode se tornar bastante competitivo. A projeção de 6.76% acima do benchmark sugere uma performance esperada que considera o cenário de juros.

Este CRI pode ser uma ferramenta interessante para diversificar uma carteira, adicionando um ativo com rentabilidade atrelada ao CDI e um spread adicional, com um vencimento de longo prazo. No entanto, sua inclusão deve ser criteriosa devido à classificação de segurança reduzida e à ausência de FGC. O risco de crédito do emissor Aché, uma empresa sólida no setor farmacêutico, deve ser avaliado com base em seus indicadores financeiros (como alavancagem, liquidez e geração de caixa) e na sua posição competitiva no mercado. Embora a Aché tenha um histórico de desempenho robusto, o risco de crédito em CRIs é sempre maior do que em títulos públicos, exigindo que o investidor tenha tolerância a esse risco em troca do potencial de retorno.

O impacto da inflação no retorno real deste CRI é significativo. A rentabilidade nominal é de CDI + 0,04%. Se a inflação (medida por índices como o IPCA) for superior a essa rentabilidade nominal, o retorno real do investimento será negativo, ou seja, o poder de compra do investidor diminuirá. O CDI, por sua vez, tende a acompanhar a inflação em certa medida, mas nem sempre em totalidade. O distribuidor, Itaú Corretora, desempenha um papel crucial na análise. Eles são responsáveis por selecionar o emissor e a estrutura do CRI, realizar a devida diligência e apresentar o produto ao investidor. A reputação e a expertise do Itaú Corretora em análise de crédito e estruturação de produtos podem oferecer uma camada de confiança, mas não eliminam a necessidade de o investidor realizar sua própria pesquisa e entender todos os riscos envolvidos no CRI.