CRI OPEA SECURITIZADORA S/A IPCA +10,5%
CRI
ISENTO

Ativo Indisponível: Este investimento não está mais disponível para novos aportes.
Vencimento em 19/12/2031
IPCA+12.35%
Gross UP
14,58%
Bruto a.a.
14,58%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Excelente
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 457,90
Selecione onde quer investir
Resgatar em
69 meses
Rendimento bruto
R$ 1.007,10
Rendimento líquido
R$ 1.007,10

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

Este CRI da Opea Securitizadora S/A atrelado ao IPCA + 10,5% representa uma oportunidade de investimento com potencial de rentabilidade excepcional, posicionando-se 30,62% acima do benchmark (barra 95%). A previsibilidade do retorno é reforçada pela combinação do indexador de inflação (IPCA), que protege o poder de compra, com uma taxa de juros real atrativa. O vencimento estendido em 2031-12-19 sugere um horizonte de longo prazo. Ideal para investidores com apetite moderado a alto por risco, que buscam superar a inflação e obter ganhos expressivos em seus portfólios, mas com atenção à ausência de FGC.

IPCA | Taxa IPCA+10.50% | Taxa c/ GrossUp IPCA+12.35%
Investimento Mínimo R$ 457,90
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 19/12/2031 (69 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%
IPCA últimos 12 meses 4,87%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Banco Inter

IPCA+10.50%
Ganho Total % 119,94% info
Taxa Líquida Anual 14,58% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,10% info
vs. CDI +30,62% info
vs. Poupança +45,56% info

Análise do Emissor

Opea Securitizadora S.A.

CNPJ: 32.007.330/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A OPEA SECURITIZADORA S/A é uma instituição financeira com foco na estruturação e emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRAs). Atua no mercado de capitais, conectando investidores a oportunidades de financiamento no setor imobiliário e do agronegócio. Sua missão é impulsionar o desenvolvimento desses setores, oferecendo soluções de investimento inovadoras e seguras. A OPEA possui um histórico de atuação relevante, com foco na qualidade dos ativos e na gestão de riscos, buscando sempre a solidez e a confiança dos investidores. A empresa demonstra potencial de crescimento ao se manter em constante evolução e adaptação às demandas do mercado, buscando oportunidades para expandir sua atuação e oferecer cada vez mais opções de investimento.

Análise de Risco

A OPEA SECURITIZADORA S/A, como emissora deste CRI, apresenta riscos que devem ser considerados. A ausência de cobertura pelo FGC aumenta a necessidade de uma análise criteriosa da saúde financeira da empresa. A avaliação da dívida em relação ao EBITDA e ao Patrimônio Líquido (PL) é crucial para entender o nível de alavancagem da empresa. A análise da margem EBITDA ajuda a avaliar a capacidade da OPEA de gerar lucro operacional. A geração de caixa deve ser monitorada para garantir a capacidade de honrar os compromissos financeiros. A concentração de crédito em determinados setores ou devedores pode aumentar o risco. A exposição a setores cíclicos pode impactar negativamente a capacidade de pagamento em períodos de crise. A dependência de captações no mercado interbancário pode indicar maior vulnerabilidade. A ausência de rating de crédito público aumenta o risco, pois a avaliação de crédito é interna. A segurança é classificada como reduzida.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito associado ao emissor OPEA SECURITIZADORA S/A. Ausência de cobertura pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Risco de mercado (variação do IPCA). Segurança classificada como reduzida. Necessidade de análise da saúde financeira da OPEA.

Pontos Fortes

  • Potencial de rentabilidade acima da média do mercado. Indexação ao IPCA, protegendo contra a inflação. Emissor com foco em setores estratégicos (imobiliário e agronegócio). Distribuição por um banco reconhecido (Banco Inter).

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é um título de renda fixa lastreado em fluxos de pagamentos de créditos imobiliários, como aluguéis ou parcelas de financiamento. No caso do CRI OPEA SECURITIZADORA S/A IPCA +10,5%, o seu investimento financia recebíveis imobiliários securitizados pela Opea. Sua rentabilidade é composta pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, mais uma taxa de juros real de 10,5% ao ano. Este mecanismo visa proteger seu poder de compra e gerar um ganho adicional significativo. O emissor, Opea Securitizadora S/A, é responsável pela estruturação e emissão deste título, e o Banco Inter atua como distribuidor.

A data de vencimento deste CRI é 19 de dezembro de 2031. Ao final do prazo, você receberá o valor principal investido acrescido dos rendimentos acumulados até essa data, conforme as condições do título. É importante notar que o CRI é um título de longo prazo, o que significa que o capital ficará alocado até a data de vencimento, sem liquidez diária. O valor final a ser recebido dependerá da performance do IPCA e da taxa de juros real acordada durante todo o período de investimento. Recomenda-se planejamento financeiro para gerenciar a alocação até o vencimento.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial de inflação no Brasil, medido pelo IBGE. Ao atrelar o seu CRI ao IPCA, seu rendimento garante que o poder de compra do seu dinheiro seja preservado. Isso significa que, além da taxa de juros real de 10,5% ao ano, você receberá o percentual exato da inflação acumulada no período. Em períodos de alta inflação, o IPCA tende a ser elevado, potencializando seus ganhos. Essa combinação é conhecida como 'taxa híbrida' e é muito procurada por investidores que buscam superar a inflação e obter um ganho real consistente ao longo do tempo.

A rentabilidade 'Excelente' com 30,62% acima do benchmark (barra 95%) indica que este CRI tem um potencial de retorno significativamente superior a investimentos atrelados ao CDI, especialmente em cenários de juros mais baixos. Enquanto o CDI acompanha a taxa básica de juros (Selic), o CRI em questão oferece uma taxa real de 10,5% mais a inflação. Se o CDI estiver, por exemplo, em 10% ao ano, e a inflação for de 5%, seu rendimento bruto seria de aproximadamente 15,5%. Um CRI com essa taxa, mesmo descontando a inflação, estaria oferecendo um retorno real superior ao CDI. A barra 95% sugere que em 95% das vezes, o retorno observado ficaria acima do benchmark.

A segurança deste investimento é classificada como 'Reduzida', indicada pela barra de 33%. Isso significa que o risco associado a este CRI é considerado mais elevado em comparação com outros produtos de renda fixa. A principal razão para essa classificação é a ausência de cobertura pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O FGC é uma entidade privada que garante a devolução de até R$ 250.000 por CPF e por instituição financeira em caso de falência ou liquidação extrajudicial de bancos e outras instituições. Sem o FGC, em caso de insolvência da Opea Securitizadora S/A ou de inadimplência dos ativos que lastreiam o CRI, o investidor pode perder total ou parcialmente seu capital investido.

Informações detalhadas sobre a saúde financeira da Opea Securitizadora S/A e a qualidade dos ativos que lastreiam este CRI são geralmente disponibilizadas através de documentos oficiais. O prospecto de emissão do CRI é a fonte primária de informação, contendo a descrição completa da estrutura, dos ativos, dos riscos e das garantias. Além disso, relatórios periódicos da securitizadora, disponíveis em seu site oficial ou no portal da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), podem fornecer dados sobre suas operações e finanças. O Banco Inter, como distribuidor, também deve disponibilizar materiais informativos e estar apto a responder a dúvidas sobre o produto.

Uma alta da Selic, a taxa básica de juros, tem um impacto indireto, mas significativo, sobre este CRI. Primeiramente, uma Selic mais alta tende a aumentar o custo do crédito na economia, o que pode elevar o risco de inadimplência dos devedores dos ativos imobiliários que lastreiam o CRI. Isso eleva o risco de crédito do emissor. Em termos de rendimento, a taxa de juros real de 10,5% é fixa, o que significa que seu ganho real é garantido. No entanto, o mercado pode precificar títulos atrelados ao IPCA de forma diferente em um ambiente de juros altos. Se a inflação (IPCA) se mantiver controlada e a Selic subir, outros investimentos de renda fixa pós-fixada podem se tornar mais atraentes em comparação, embora a proteção contra a inflação do IPCA continue sendo um diferencial importante para este CRI.

Em um cenário de baixa inflação, o indexador IPCA teria um valor menor, impactando diretamente a parcela inflacionária do seu rendimento. No entanto, a taxa de juros real de 10,5% continuaria sendo adicionada. Se a inflação for muito baixa (próxima de zero ou negativa), o rendimento total seria próximo à taxa real. Economicamente, uma baixa inflação geralmente está associada a uma desaceleração da economia ou a políticas monetárias mais restritivas. Para este CRI, o impacto seria a redução do componente inflacionário do retorno, mas a taxa real fixa manteria um nível de ganho atrativo. O risco de inadimplência dos ativos subjacentes também pode ser menor em um ambiente de estabilidade econômica.

A análise de crédito do emissor, Opea Securitizadora S/A, é crucial para entender o risco deste CRI. Sendo uma securitizadora, a Opea assume um papel de intermediária e estruturadora, mas sua saúde financeira e capacidade de gerenciar os recebíveis são fundamentais. A classificação de 'Segurança: Reduzida' (barra 33%) sugere que, em análises de crédito realizadas, a Opea ou os ativos que ela securitiza apresentam riscos mais elevados. Isso pode ser devido a diversos fatores, como a qualidade dos créditos originais, a concentração de emissores, o nível de alavancagem da própria securitizadora, ou a ausência de garantias adicionais robustas. Sem um FGC, qualquer evento de crédito adverso relacionado ao emissor ou aos ativos pode resultar em perdas significativas para o investidor.